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Crowdfunding

capa_PPL

Está neste momento a decorrer uma campanha de Crowdfunding criada por nós para podermos adquirir um mini-trator (http://ppl.com.pt/pt/prj/casal-hortelao).

Ao fim de quatro anos a contar apenas com uma moto-enxada para preparar o solo, que para além de ser fisicamente duro, nunca deixa o solo com as condições ideais para as plantações e transplantações que fazemos. Um mini-trator vai revolucionar o nosso calendário, uma vez que vai ser simples e rápido preparar as camas elevadas para onde vão as plantas assim que estejam prontas, sem perderem o seu ritmo de crescimento ideal.

Resolvemos assim recorrer ao financiamento directo pelo nossos familiares, amigos, clientes e seguidores, pedindo pequenas contribuições para atingirmos o objetivo de juntar o suficiente para o mini-trator e com isso dar um salto de gigante na nossa produção.

A todos os que nos puderem apoiar. MUITO OBRIGADO!!!!

Podem ver aqui o pequeno filme que fizemos para a campanha

Há um ano atrás…

Fez por estes dias um ano que vimos pela primeira vez o terreno que viria a ser a nossa horta. Andávamos já à procura há um ano, já tínhamos passado por uma desilusão com outro terreno, e inúmeras voltas e tentativas sem conta de tentar encontrar proprietários de outros tantos terrenos. Encontrámos muitos sem água e muito mais ainda caros de mais, mesmo.

No final acabou por ser uma sequência de eventos que nos levou ao terreno, uma pessoa que nos pôs em contacto com outra, que por sua vez nos indicou mais uma, que conhecia outra que tinha um terreno livre. Mas isso foi só o inicio das peripécias. Um ano mais tarde, já certificámos um terreno, já o desmatámos (com ajuda de amigos e do tractor do sr. João – conhecermos o sr. João foi a maior ajuda que tivemos para trabalhar a terra), mandámos ligar a luz e verificar se a bomba de água funcionava, já temos uma estufa, instalámos a canalização da rega, aprofundámos as valas, vedámos uma parte do terreno para começar a horta, fizémos sementeiras, e plantámos feijão, várias couves, rabanetes, beterrabas, espinafres, acelgas, aipo, salsa, coentros, manjericão e rúcula.

Bem, passou um ano e já transformámos completamente o terreno que encontrámos, e vamos continuar :)

Cartões de visita

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Um cartão de visita é sem dúvida um convite a conhecerem melhor a nossa empresa, o nosso negócio. É a nossa imagem, a primeira impressão criada num potencial cliente ou colaborador. Foi por isso que escolhemos a Moo para fazermos os nossos cartões. É tudo feito online, e pudemos personalizar cada um dos cartões, frente e verso, com fotografias tiradas e seleccionadas por nós. Adoramos o resultado, a qualidade é excelente, e são entregues em poucas semanas. Vamos sem dúvida voltar para mais. Esperamos que também gostem…

Progressos

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Aos poucos a limpeza do terreno vai avançando (destroçador, charrua a 30cm, escarificador, fresa – O Sr. João tem andado ocupado connosco!) e neste momento já conseguimos visualizar a nossa horta, as parcelas, até a estufa. O espaço parece-nos grande mas adequado, e se calhar de futuro até o vamos achar pequeno para tudo o que lá vamos querer plantar. Ainda não está pronto, mas já temos o resultado das análises ao solo e os correctivos que vamos ter de fazer. Apesar de só ter sido feita uma análises sumária (que inclui o pH, a textura, a matéria orgânica e os nutrientes) já temos algumas bases para nos guiar. De um modo geral não é um mau solo, tem bastante matéria orgânica, é de textura fina e ligeiramente alcalino. As correcções a fazer incluem a adição de composto orgânico e bem curtido, por isso nestes dias estamos a fazer contactos com fornecedores de factores de produção e de sementes para pormos o terreno a trabalhar o quanto antes.

Entretanto, quando pensávamos que já nos tínhamos livrado de todo o lixo, eis que o tractor desenterrou tubos de drenagem, mais fios e calhas e pedras e plásticos. Até cabos eléctricos. Nesta altura já nos estamos a mentalizar para passar os próximos anos a descobrir pequenos tesouros destes espalhados por todo o lado…

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muito mais do que um nome…

E como o prometido é devido, e como tínhamos ficado de contar melhor a história do nome num post próprio, aqui vai então a odisseia.

A nossa intenção não foi diferente de todos os que tentam encontrar o nome ideal para o seu negócio. Todos querem um nome simples, que fique no ouvido, que seja fácil de pronunciar, e que simplesmente só de o ouvir, toda a gente compreenda claramente todas as ideias e conceitos que queremos transmitir e que estiveram na sua construção.

No inicio a tarefa não parecia nada complicada. Pesquisámos um pouco sobre os principios de escolher o nome certo, descobrimos alguns sites interessantes e com boa informação, uns com dicas e regras, e outros com pequenos testes práticos para testar o nome escolhido. Com esta informação toda deitámos mãos à obra, criámos listas de conceitos que queríamos transmitir, listas de palavras que relacionadas com agricultura, produtos hortícolas, biologia, comunidades e coisas que tais, e no final ficámos com listas intermináveis de palavras soltas, e não estávamos mais perto de encontrar um nome que no dissesse alguma coisa. tentámos de tudo: juntar palavras aos pares, colar palavras, tentar resumir conceitos só numa palavra e nada parecia estar a funcionar – alguns pareciam promissores mas não conseguiam agradar às duas cabeças pensantes. A certa altura e já um pouco estafados da tarefa que se tinha revelado mais complicada do que pensávamos, resolvemos parar. Já tínhamos palavras e nomes suficientes e o escolhido teria que sair daquelas listas, porque nenhum de nós conseguia pensar em mais nada (até pedimos aos amigos para darem sugestões). Acabámos por resolver a questão da seguinte maneira: cada um de nós escolheu os dez nomes que mais gostava, ficámos com os que coincidissem e riscámos os outros, e assim ficámos com cinco nomes para pensar, debater e escolher.

como é que se escolhe um nome entre cinco? bem pergunta-se às pessoas que nos rodeiam! e para perceber melhor como é que entendiam os diferentes nomes que tínhamos à escolha, criámos um pequeno questionário. com os cinco nomes em mente, pedimos às pessoas que respondessem às seguintes questões:

– qual dos nomes despertou imediatamente a atenção?

– qual o nome que menos associas à agricultura bio?

– qual dos nomes desperta maior empatia e confiança?

– qual dos nomes transmite mais seriedade?

– se visitasses um mercado, para qual das bancas te dirigias primeiro, só escolhendo pelo nome?

– qual o teu favorito?

A maioria das respostas reduziu-nos a escolha a dois nomes e depois, de um momento para o outro a escolha tornou-se óbvia: CASAL HORTELÃO! Somos nós, de uma ponta à outra – somos um casal, vamos cuidar de uma horta com toda a dedicação e profissionalismo, é um nome simpático, próximo das pessoas e com o qual facilmente nos identificarão. Além disso é um nome forte, distintivo e que transmite confiança. E somos nós! já tinha mencionado?… Claro que uma coisa leva à outra. Com o nome em mente já foi possível começar a idealizar a nossa imagem, a nossa marca, a forma como vamos querer chegar às pessoas e divulgar o nosso trabalho e os nossos produtos.

Muito trabalho, estudo e experiências (por parte de um de nós…) depois, temos uma marca em vias de ser registada e um site em construção, mas a caminho, e onde poderão desde já inserir o vosso e-mail para receberem uma notificação assim que estiver disponível online (www.casal-hortelao.pt).

www.casal-hortelao.pt

Em relação ao logotipo, ainda considerámos pedir a alguém da área do design gráfico que nos ajudasse a desenhá-lo, mas os valores pedidos, ainda que justos, mostraram-se proibitivos para o nosso orçamento inicial. Como já sabíamos o que queríamos, acabámos por idealizá-lo e desenhá-lo, e ficámos muito satisfeitos com o resultado (é o que está no site no canto inferior esquerdo).

Esperamos que as pessoas se identifiquem e nos identifiquem com o nome que escolhemos, e que deu tanto trabalho, mas que achamos que nos assenta que nem uma luva.

empresa na hora – 2ª parte

[para quem perdeu a 1ª parte, pode ler aqui – empresa na hora – 1ª parte“]

depois do primeiro percalço com o nome escolhido, e após recuperarmos do choque de não podermos utilizar o nome em que pensávamos há pelo menos um ano, decidimos dedicar mais tempo e concentração à escolha de um novo nome, e já agora também de uma segunda, terceira, quarta e quinta opção, não fossem os senhores dos registos não autorizar o nome que viesse a ser escolhido. este processo acabou por ser engraçado e desgastante ao mesmo tempo, e mais tarde terá direito a um post próprio.

no que diz respeito à nossa experiência estes serviços burocráticos on-line funcionam consideravelmente bem. escolhemos o novo nome, preenchemos novamente o formulário, desta vez aproveitamos também para melhorar o objecto social, pagámos novamente os 56€ e ao fim de três dias úteis recebemos um mail que tinha no titulo “Pedido Deferido“, e fizemos uma festa :D

outra questão a ter em conta, é a escolha do pacto social – o pacto social é o contrato da sociedade que é assinado pelos sócios – esta escolha é importante porque tem impacto no custo dos emolumentos (o que se paga para tratar da papelada) e na celeridade do processo. existem duas opções, o pacto social livre e o pacto social pré-aprovado. no pacto social livre os sócios escolhem os artigos e as condições em que é formada a sociedade, esta opção resulta em emolumentos no valor de 360€ e a espera pela a aprovação do pacto social pelos serviços competentes. o pacto social pré-aprovado tem duas modalidades, que consistem basicamente em duas minutas que simplificam o processo. neste caso os sócios limitam-se a preencher os campos livres, como o nome da firma e dados dos sócios, e assinam no fim. a escolha do pacto social pré-aprovado, tem aprovação imediata e emolumentos no valor de 180€.

chegados a este ponto estávamos prontos para passar cerca de uma hora em frente ao computador, e navegar pelo processo de criar a nossa própria empresa. tínhamos contabilista, certificado de admissibilidade válido, dois cartões de cidadão, um leitor de cartões devidamente instalado no computador, e optámos pelo segundo modelo do pacto social pré-aprovado, e lá fomos nós. o processo está bem explicado e é fácil de seguir e consiste em ir preenchendo os campos em branco e clicando em seguinte no final de cada página, no fim é só fazer download do pacto social, assinar digitalmente o documento, e fazer o upload no mesmo, juntamente com a adesão ao centro de arbitragem. usando isto tudo nem sequer é preciso imprimir nada. chegando ao fim aparece o comprovativo de registo com a respectiva referência de pagamento multibanco, para saldar o valor devido pelos emolumentos. fomos ao site do banco e pagámos de imediato, tínhamos 48 horas, mas assim ficou logo tratado. desligámos o computador e fomos celebrar.

no dia seguinte durante a manhã recebemos a confirmação e a publicação da escritura no site do ministério da justiça, e agora era oficial, já estava mesmo criada. passos a seguir e prazos:

– cinco dias para depositar o capital social numa conta titulada pela empresa;

– quinze dias para ir às finanças com o contabilista dar o inicio da actividade, é necessário levar o nib da conta, a certidão permanente da sociedade, o pacto social e o comprovativo de registo que é emitido pela conservatória;

– comprar livro de actas e registá-lo nas finanças (custo total cerca de 50€, livro + registo);

– trinta dias para inscrever os gerentes na segurança social.

depois destas burocracias todas tratadas é “só” começar a trabalhar para produzir. ah, e não esquecer que de vez em quando há obrigações fiscais para cumprir, mas isso será outra história…

empresa na hora – 1ª parte

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um dos passos importantes que faltava dar, não só para oficializar a nossa actividade, mas também para as coisas começarem a andar com mais ritmo, esperamos nós, era a criação da nossa “nano-mini-micro” empresa. então aqui fica mais ou menos o que aconteceu com o nosso processo.

como é natural, quando começámos a pensar mais a sério sobre o assunto tínhamos mais dúvidas que certezas, por isso as muitas horas perdidas no portal da empresa foram dadas por bem empregues. há muita informação disponível não só a respeito dos procedimentos para criar empresas, mas também em relação à sua gestão – é definitivamente um site a ter em conta. alguma das coisas que descobrimos foi que teríamos que criar uma sociedade por quotas com dois sócios, que existe um capital social mínimo – mas que agora parece que vai deixar de haver -, que para este tipo de sociedade é obrigatório ter um TOC (técnico oficial de contas), e que já é possível tratar de tudo pela net.

como a contabilidade organizada é obrigatória e ainda tínhamos algumas duvidas práticas, sobre fiscalidades ou os tempos dos processos, começámos à procura de um contabilista. dá sempre jeito ter um contabilista amigo de um amigo, porque podemos combinar um encontro para tirar dúvidas sem compromissos. assim fizemos, ficámos esclarecidos sobre as entregas do iva, do irc, dos pagamentos por conta, dos especiais por conta, e dos períodos de isenção, que são de dois anos nos pagamentos por conta. depois de uma pesquisa por vários contabilistas acabámos por ficar com o contabilista amigo do amigo. a contabilidade é um assunto importante e convém ter alguém que inspire muita confiança e conhecimento na matéria.

já agora deixamos uma dica em relação à escolha do contabilista. estes profissionais gostam de conhecer o potencial cliente pessoalmente – seja para avaliarem a nossa seriedade e empenhamento no negócio, ou para perceberem o trabalho que irá exigir da parte deles. de qualquer forma convém prepararem-se para não terem orçamentos indicados por telefone ou enviados por e-mail. e não levem isso a peito.

tendo o assunto do contabilista resolvido passámos à criação da própria empresa. como disse dá para tratar o processo todo pela net (abençoado simplex), mas para isso é preciso ter o cartão do cidadão e um leitor de cartões (à venda nas lojas do cartão do cidadão) – depois de ter estas duas condições satisfeitas o processo é bastante simples. a primeira coisa a ter em conta é a escolha do nome, se optarmos pela lista dos “nomes fantasia”, que são nomes pré-aprovados, conseguimos criar a empresa em menos de uma hora, se não gostarmos de nenhum nome fantasia, temos que pedir um certificado de admissibilidade e esperar a aprovação do nome que escolhermos. este certificado tem um custo de 56€ e tem de incluir o objecto social (o que é que a empresa vai fazer), o CAE (classificação da actividade económica), e o concelho da sede social, para além do nome pretendido. existem algumas regras para a escolha do nome da firma, que convém respeitar, porque eles levam isso a sério, e nós vimos o nosso primeiro pedido ser indeferido por termos escolhido um nome que também é um produto que vamos comercializar. convém também ter uma segunda hipótese, porque existe a possibilidade de usar o mesmo pedido uma segunda vez no prazo de cinco dias, sem mais nenhum custo, nós não tínhamos uma segunda escolha, e esta é a história de como perdemos os nossos primeiros 56€.

como explicar o processo de abertura da empresa é mais demorado do que realmente criar uma, e este post já está a ficar grande, por aqui me despeço e continuo no próximo post.

[podem ler a continuação aqui – “empresa na hora – 2ª parte“]

Mensagem aos Fãs

A quem só agora chegou ao nosso blogue, BENVINDO!

Agora que estamos a dias de iniciar uma nova fase no nosso projecto – a criação da empresa e o arranque das operações no terreno – achámos por bem recapitular aos nossos novos visitantes o que nos trouxe até aqui, e agradecer aos que já nos visitam.

Há cerca de ano e meio tomámos a decisão de mudar de vida e tornarmos-nos agricultores. A decisão não foi imediata, mas a ideia de nos tornarmos independentes fazendo algo em que acreditamos foi tomando forma. Começou com a procura do terreno certo – 2,5 ha foi a área que começámos a considerar, mas com o tempo e com o estudo e com as contas, acabámos com meio hectare que nos parece ser a área ideal para ser trabalhado por duas pessoas que estão a começar. Entretanto fizemos um curso de Agricultura Biológica, frequentámos mercados biológicos, estabelecemos contactos com técnicos, estudámos os programas de apoio à agricultura e aos jovens agricultores e agora estamos prontos. Renunciámos aos apoios e subsídios (falaremos disso num outro post), começámos a perceber como é difícil escolher um contabilista, como é difícil obter orçamentos, até já nos vamos deparando com situações de mexer com os nervos. Mas estamos prontos, com o apoio da família e dos amigos.

Este não é o site da nossa empresa. É um blogue pessoal, onde vamos relatando a aventura que está a ser planear um negócio, estudar, pôr mãos-à-obra. Entretanto vão também encontrar referências à nossa pequena horta em caixotes (podem ler sobre o projecto aqui) ou algumas experiências, como conservas de tomate verde. Daqui em diante iremos também falar das dificuldades que vamos encontrando com a burocracia de criar uma empresa, esperando que possa ajudar quem também esteja a começar. E, claro, vamos dar conta dos avanços na limpeza do terreno, da instalação da estufa, da construção de um eventual telheiro ou das primeiras sementeiras.

Esperamos com o tempo reunir uma verdadeira legião de fãs e amigos, mais do que potenciais clientes.

Estejam à vontade para deixar dúvidas ou sugestões, às quais tentaremos dar sempre resposta.

Mãos à obra

casal_hortelao

e começa 2011…

entulho

antes de mais, feliz 2011.

neste momento o nosso terreno ainda está neste estado, cheio de entulho. não é bem cheio, é só um canto, mas é um canto fundamental onde esperamos montar a zona técnica, um telheiro e alguns espaços para arrumação, mas por enquanto nada feito, se tudo correr bem vai ser limpo durante a semana.

outras tarefas que temos a decorrer de momento são a procura de contabilista “acessível”, e procurar estufas. em relação ao primeiro ponto, está a ser complicado encontrar alguém que organize as nossas contas e a um preço adequado à nossa carteira, mas acho que é uma questão de procurarmos mais, temos que equilibrar a confiança que é necessária ter com o valor pedido por quem faz este tipo de serviços. em relação ao segundo ponto, já contactámos algumas empresas de estufas e temos orçamentos, e já visitámos um fabricante que nos fez uma visita guiada ao mundo das estufas.

temos ainda novidades sobre o dilema do  nome, o nome propriamente dito ainda não está escolhido mas já conseguimos os dois chegar a um consenso de cinco nomes, e agora submetemos um pequeno inquérito a familiares e amigos para que nos ajudem a escolher o nome definitivo, e esperamos que seja autorizado ;)

2011 vai ser um ano atarefado, esperamos nós…

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